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sábado, 12 de janeiro de 2019

Lidos em 2018

2018 foi um ano intenso. Um ano repleto de ansiedades e incertezas. Iniciei-o em um relacionamento. Passei as férias na casa de praia da minha família e percebi como a vida pode ser surpreendente: uma peça raríssima do carro soltou e me vi sendo transportada na garupa de uma bicicleta no acostamento da estrada debaixo de uma tempestade para tomar a vacina da febre amarela, então constatei que os momentos de maior perrengue rendem as melhores histórias. Estive no Museu de Belas Artes. Cursei meu último ano do colegial, juntamente com as aulas de francês. Durante o Carnaval, recebi minha irmã mais velha israelense em casa. Visitamos pontos turísticos, comemos bacon, mostrei a ela um pouquinho da cultura brasileira e aprendi com a sua. A presença da Dana fez o feriado especial para todos que tiveram o prazer de estar do seu lado. Participei de inúmeros dias da fantasia na escola. Minha melhor amiga de infância mudou-se para o exterior e ainda sinto saudades. Atuei em meu último Momentos Poéticos como aluna. Fui convidada a ser madrinha de um bebê lindo. Frequentei aulas de professores fantásticos. Visitei diversas universidades com a Mariazinha. Fiz 17 anos e comemorei com pessoas incríveis. Arrastei meu tio para lugares aleatórios. Terminei meu namoro. Acreditei no hexa. Tirei B no vestibular da UERJ. Fui ao planetário e enxerguei tudo aquilo que a rotina não permite: o esplendor do universo.  Fui aprovada em RI na PUC. Fiz minha primeira viagem internacional sozinha e foi um incrível: Visitei Israel, um país que sempre sonhei conhecer. Revi amigos que não via há mais de 3 anos. Passei noites em um kibutz. Mergulhei no mar da Galileia e naveguei o rio Jordão em um colchão inflável. Fui a uma fábrica de chocolate. Me senti acolhida e em casa. Fiquei mais tempo ao lado da Dana e tive o prazer de conhecer sua família e amigos. Fui apresentada a Tel Aviv, como na canção Golden Boy. Bebi cerveja em pubs de Haifa. Participei do sabbat dinner, um jantar judeu e assei um pão para a ocasião. Cantei em um karaokê. Conheci Jerusalém e foram alguns dos dias mais especiais de minha vida. Orei e fui ao subterrâneo do Muro das Lamentações, descobri um restaurante magnífico de carne defumada e andei de sagways pela Cidade Antiga. Comi comidas boas como trina, kabab e muita azeitona. Fiz xixi no Mar Morto e não recomendo. Dirigiram 4 horas para passarem 15 minutos comigo. Descobri, então, que possuo uma família em Israel: Muito obrigada, Dana, Anat, Maya, Gali, as mulheres mais fortes e incríveis que já convivi. Muito obrigada às famílias que me acolheram no kibutz, em Tel Aviv e para o jantar na noite do eclipse. Obrigada a todos os meus amigos tanto os antigos, Omer, Shahar, Dvir e Ori, quanto os novos, Noah, Inbar, Shaki, Gilad e Adi. Vocês todos deixaram meu coração quentinho de tanto amor durante o período que passamos juntos. Voltei ao Brasil, descobri que o homem que me ajudou no aeroporto era um padre. Estudei muito, dias e noites inteiras visando um objetivo. Consegui o desejado A na UERJ. Gastei muito dinheiro com aulas particulares, seja de redação ou de matemática. Vi uma apresentação de ballet no Teatro Municipal. Meu afilhado nasceu e fez meu coração transbordar de amor. Votei pela primeira vez nas eleições. Joguei futebol de sabão na escola e dormi uma noite por lá. Fui ao Casa Cor com a Carolis e com o Deco. Estudei mais um pouquinho. Fiz o vestibular da PUC novamente e fui aprovada em Direito. Meu texto foi publicado no livro da escola. Atuei em minha última Mostra Pedagógica e esfolei um pouco o joelho no processo. Fiz o ENEM para valer. Compareci ao baile de formatura e fui oradora da turma durante a cerimônia de colação de grau. Passei no vestibular e fui aprovada na FGV, que tanto almejei. Comecei a frequentar sessões de acupuntura e surtei bastante antes de exames importantes. Visitei o Museu da República e estive na exposição do Basquiat.  Mas, acima de tudo, contei com o apoio do meu pai, minha mãe, todo o restante de minha família, meus amigos e profissionais da escola em todos os momentos. Dei e recebi muito amor.
Foi um ano intenso e gratificante. A vida é doida e como uma esteira. 
Esses foram os livros que me acompanharam durante a descrita jornada:

Lidos em 2018 📚

Janeiro:
1°- A garota do calendário: Janeiro (1)
2°- Fala sério, pai! (9)
3°- Ela disse, ele disse (10)
4°- Anna e o beijo francês (13)
5°- Namorado de aluguel (22)
6°- A probabilidade estatística do amor a primeira vista (26)

Fevereiro:
7°- Fiel (21)

Março:
8°- Felicidade crônica (12)
9°- O que o sol faz com as flores (15)
Abril:
10°- O milésimo andar (18)

Maio:
11º- A música que mudou a minha vida (14)
12°- O acordo (26)

Junho:
13°- Fique onde está e então corra (6)
14°- O alienista (20)

Julho:
15°- 11 de setembro de 2001 (17)

Agosto:
16°- Quem diria que viver ia dar nisso (5)
17°- Persépolis (8)
18°- Sejamos todos feministas (9)
19°- Um de nós está mentindo (12)
20º- O árabe do futuro (16)
21°- Sussurro (27)

Setembro:
22°- Matilda (8)

Novembro:
23°- Se não eu, quem vai fazer você feliz?
24°- O seminarista (8)
25°- Canção de ninar (24)
26º- O inferno somos nós (29)

Dezembro:
27º- Eu matei Sherazade (15)
28º- Kobane Calling (18)
29°-  A parte que falta (22)
30°- O acordo (27)
31°- O erro (31)

OBS: Sim, li duas vezes "O Acordo" esse ano e nada em outubro, pois estava muito ocupada me desesperando. 

sábado, 6 de janeiro de 2018

Lidos em 2017

2017 foi um ano diferente. Tive uma decepção amorosa e um episódio nada agradável com álcool. Pulei meu primeiro carnaval. Pensei até demais no futuro. Frequentei a todas as aulas de francês. Fiz e refiz diversos planos. Fui à um baile de formatura como em High School Musical.  Cuidei da manutenção da minha saúde mental e emocional. Dancei zumba sempre que pude. Fui ao show do Justin Bieber (me tornei o que jurei destruir). Visitei a cidade que mais amo no mundo inteiro, Nova York. Vi uma das minhas obras de arte prediletas, Noite Estrelada do Van Gogh, de pertinho. Fiz um tour pela ONU (my future workplace). Comi o melhor pastrami do planeta Terra. Cruzei a ponte do Brooklyn e tomei o famoso sorvete debaixo dela. Assisti Aladdin na Broadway. Passei noites sozinha observando a multidão reunida na Times Square. Descobri minha loja favorita, Strand Books. Também passeei muito com meu pai. Conheci a Ilha de Fernando de Noronha e nela pessoas incríveis. Pude mergulhar nas mais lindas praias, tomar o melhor açaí com tapioca do globo e rir demais com minha mãe e tia. Vi de perto arraias, tubarões, tartarugas, golfinhos e peixinhos em um ecossistema totalmente equilibrado e preservado, fora de cativeiro. Andei muito de bugg. Criei, juntamente com meus colegas de turma, uma miniempresa estudantil. Liderei o sindicato desta mesma empresa. Fui à Bienal. Recebi muitas vezes meus amigos em casa. Promovi aulas de artes e atualidades na minha escola. Participei de diversos projetos. Elaborei uma campanha de doação de livros para uma biblioteca no Jardim Gramacho. Conclui o 2 ano do ensino médio. Comecei a namorar. E, é claro, li bastante enquanto isso. 

Esses foram os livros que me acompanharam durante todas estas peripécias:

Lidos em 2017 📚
1º- Boa noite
2º- A menina dos olhos molhados
3º- Mau começo
4º- Sonata em punk rock
5º- Topless 
6º- Boston Boys 2
7º- Não se enrola não
8º- Um lugar na janela
9º- Paixão crônica
10º- Sentimento do mundo
11º- Antes que eu vá
12º- O menino no alto da montanha
13º- Agora e para sempre, Lara Jean
14º- O leão, a feiticeira e o guarda roupa 
15º- O cavalo e seu menino
16º- Príncipe Caspian
17º- Minha vida (não tão) perfeita
18º- Sonhando a Palestina
19º- Lembra de mim?
20º- Outros jeitos de usar a boca
21º- Lua de mel
22º- À procura de Audrey
23º- Mil beijos de garoto
24º- Um lugar para mim
25º- Turma da Mônica Jovem: Uma viagem inesperada 
26º- Quem pensas tu que eu sou?
27º- Fazendo meu filme (em quadrinhos) 3
28º- Minha vida fora de série 4
29º- Tudo e todas as coisas
30º- Nietzsche para estressados
31º- Sobre(O)Postos
32º- Lonely Hearts Club
33º- A Hard Day's Night
34º- Escola de vilões
35º- Princesa de Papel
36º- O sol também é uma estrela
37º- A origem do Estado Islâmico
38º- Meninos em guerra
39º- O livro dos ressignificados 
40º- Vidas muito boas 
41º- A princesa salva a si mesma neste livro
42º- Extraordinário 
43º- Batman: Ano 1
44º- O capítulo do Julian
45º- A piada mortal

Desejo a todos nós um ótimo 2018. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Lidos em 2016

Olá, pessoal!
Sim, abandonei vocês, desculpem-me. Mas precisei desse período sabático, não me levem a mal. A notícia boa é que inicio 2017 cantando "eu voltei e agora é pra ficar"! Senti tantas saudades! Dizem por ai que bom filho a casa torna, não é mesmo? 
2016, o período que estive fora, foi um ano esquisito e de muita mudança. Não tão glorioso quanto 2015, mas talvez tão importante quanto. Entrei no Ensino Médio e, naturalmente, a pressão aumentou assim como a carga de matérias, porém, felizmente, passei direto. Fiz 15 anos, ganhei uma festa surpresa maravilhosa. Fui a Bienal de São Paulo, assim como a algumas festinhas. Sofri com a crise do estado, cortei o cabelo, tirei o aparelho. Conheci garotos legais, outros nem tanto. Comecei a andar mais sozinha e me sentir capaz. Morei com meu pai e com meu tio (Riverside <3) e todos dizem que emagreci um pouquinho. Mas o mais importante aconteceu aqui dentro. Foi um ano de amadurecimento, de bater cabeça, de adquirir uma independência maior e me encontrar em meio ao caos. Ainda estou perdida, mas, aliás, não estamos todos? 
Não bati minha meta dos 50 livros, assim como beber mais água, ficará para o próximo ano.  

Janeiro:
1º- Isla and the happily ever after (17/01
2º- Delírios de consumo de Becky Bloom na Quinta Avenida (25/01)
3º- Samantha Sweet, executiva do lar (30/01)

Fevereiro: 
4º- Magnus Chase e os deuses de Asgard (08/02)
5º- A rainha vermelha (12/02)
6º- Garota Online (15/02
7º- La La Land (18/02
8º- Wattpad: Sob o mesmo teto (21/02
9º- Orgulho e Preconceito (29/02)

Março: 
10º- Mocassins e All Stars (31/03

Abril: 
11º- Belo Sacrifício (03/04)
12º- Desculpe, eu moro na Barra (07/04)
13º- Perdida (09/04)
14º- Romeu e Julieta (18/04)
15º- Razão e Sensibilidade (24/04)

Maio: 
16º- Eleanor & Park (11/05)
17º- O oráculo oculto (16/05)
18º- Relato de um náufrago (18/05)
19º- Azeitona (25/05)
20º- O pagador de promessas (25/05)
21º- Billy e eu (28/05)

Junho: 
22º- Como eu era antes de você (05/06
23º- Amor nos tempos de #likes (07/06
24º- A megera domada (10/06)
25º- A sereia (17/06)

Julho: 
26º- Princesa das águas (31/07)

Agosto: 
27º- Garota Online em turnê (08/08)
28º- Uma canção de ninar (17/08)
29º- Os 13 porquês (21/08)
30º- O diário internacional de Babi (23/08)
31º- Era uma vez minha primeira vez (24/08)
32º- Próxima parada (29/08)

Setembro: 
33º- Simples Assim (03/09)
34º- Cabeças De Ferro (06/09)
35º- A garota americana (12/09)
36º- Harry Potter e as Relíquias da morte (18/09)
37º- Para todos os garotos que já amei (28/09)

Outubro: 
38º- Aquele verão (04/10)
39º- PS: Ainda amo você (12/10)

Novembro: 
40º- O Erro (13/11)
41º- Caindo na real (17/11)
42º- Harry Potter e a criança amaldiçoada (23/11)

Dezembro: 
43º- Trem-bala (09/12)
44º- O natal dos Medina-Becker (24/12)

Que em 2017 possamos ser pessoas melhores e que tenhamos bons momentos e oportunidades. Além de saúde, amigos e família sempre ao nosso lado. Tenham um feliz ano novo! Amo vocês e I'm back


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Retrospectiva 2015

Olá, gente!
Estava sumida, eu sei. Esse fim de ano foi muito corrido e confuso e vocês vão entender o porquê ao final dessa retrospectiva. Obrigada por participarem desse ano tão especial e marcante em minha vida. Definitivamente um dos melhores. 

Em Abril estive em Nova York com meus pais e meu tio, passei onze dias e não vejo a hora de voltar. Algo que aprendi foi que não escrevem todas aquelas músicas sobre Manhattan em vão e Taylor Swift tem razão, a cidade é vibrante. Não dá pra descrever a sensação de estar na Times Square. 
Logo em seguida, em Julho, fiz um intercâmbio para Los Angeles com a Paula Pimenta, uma de minhas escritoras prediletas. Já fiz vários posts sobre isso aqui no blog, então não vou me estender, mas foi umas das melhores, se não a melhor, experiência da minha vida.
Em Setembro fui a capa da revista VEJA de minha cidade. 
As meninas que viajaram comigo deixaram saudades e nenhuma é  do meu estado. Já em Outubro eu estava com o coração apertado, então fui para Sabará, Minas Gerais para casa da Vick, minha sis mineira para o casamento de uma das intercambistas, a Amanda (noiva mais linda)
Então, de novembro para cá minha vida virou uma correria total. 
Meus pais se separaram. Minha mãe foi morar em Orlando e eu fui morar com meu pai. Eu fiz meu primeiro exame do TOEFL. Houve a apresentação da peça em que eu escrevi o roteiro. Eu atuei nessa mesma peça. Peguei caxumba. Estou no nono ano, portanto me formei no fundamental. Apresentei minha monografia sobre o Estado Islâmico. Entrei no livro da escola com uma dissertação argumentativa sobre minha cidade. Passei de ano direto e durante esse ano fui a 1, 2 e 3 colocada nos simulados do Enem lá da escola. Sem falar em todas as festas de 15, em uma delas inclusive perdi meu telefone e o encontrei numa privada que eu nem sequer tinha ido. Comprei outro celular. Minha mãe voltou para a cidade. Entrei pra academia. Meus pais brigaram um pouco. O Brasil está em crise, e ela chegou aqui em casa. Tudo isso em menos de 2 meses, mas continuo respirando e dormindo 8 horas por dia.  

Com a falência total de meu antigo celular, perdi todas as informações que estavam nele. Como, por exemplo, a lista dos livros lidos desse ano. Fiquei muito triste, pois todo ano eu faço e guardo o de todos os anos. Lembro que estava em 30 e poucos. Para o ano que tive li uma quantidade de livros satisfatória. Já estou com saudade de 2015, mas que 2016 venha e surpreenda. Feliz ano novo para todos vocês. <3 Que nós tenhamos muitos momentos felizes, muitos livros e muitas viagens e família e amigos para compartilharem tudo isso conosco. Amém.   

{ATUALIZAÇÃO} 

Gente, existe uma coisa fascinante chamado Icloud e eu recuperei todas as minhas notas! Tô nem acreditando ainda! 
Enfim, esses foram os lidos de 2015! Li livros maravilhosos! ❤️ Por mais que tenha começado o ano com o pé esquerdo, já que Fangirl não funcionou para mim. Também li meu primeiro livro em inglês e conheci autoras maravilhosas.

Lidos em 2015: 📚

Janeiro: 
1º- Fangirl 💩
2º- 360 dias de sucesso 
3º- Fiquei com um famoso 
4º- Simplesmente acontece 
5º- Feliz por nada 
6º- Um herói para ela 
7º- Ai meu deuses! 
8º- O menino do pijama listrado 

Fevereiro: 
9º- Ashes to Ashes
10º- Diário de um adolescente apaixonado 
11º-  O Livro dos vilões 

Março: 
12º- Um caso perdido 
13º- Paixão sem limites 
14º- Tentação sem limites 
15º- Amor sem limites 
16º- Estranha perfeição

Abril:
17º- Cinderela Pop 

Maio: 
18º- A herdeira 
19º- Elena, a filha da princesa 

Junho: 
20º- The List 
21º- Minha vida fora de série 3

Julho: 

Agosto: 
22º- Não se iluda, não
23º- Jesse's Girl 💫

Setembro: 
24º- Um ano inesquecível 
25º- Fazendo meu filme 2 (quadrinhos) 
26º- O segredo de Emma Corrigan💫
27º- Os bons segredos 
28º- Cartas a um jovem poeta
29º- Fiquei com seu número 💫
30º- Menina de vinte 💫

Outubro: 
31º- Delírios de consumo de Becky Bloom 
32º- Bela Redenção 
33º- Harry Potter e a Ordem da fênix 💫 
34º- Harry Potter e o enigma do príncipe 💫

Novembro: 
35º- A joia 

Dezembro: 
36º- A primeira chance
37º- Cabeça de vento 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Viagem à São Paulo e Bienal do Livro 2014


                              
No último sábado, dia 23 de madrugada eu estava no aeroporto do Galeão embarcando para Congonhas para dar início a aventura chamada Bienal do Livro de São Paulo. Eu e meu pai  chegamos a cidade por volta de nove horas da manhã, alugamos um carro e traçamos a rota até o Anhembi no Google Maps.
Chegando lá, a fila para comprar os ingressos, pois não conseguimos comprar antecipado pela internet, estava mais ou menos assim:
                                      
Pois é, sou uma ótima desenhista. 
Mas enfim, como eu tenho muita disposição, enfrentei essa fila de 3 horas por motivos de não havia me deslocado do RJ só pra respirar poluição, fui para entrar naquela budega. Entrando lá não dava nem para respirar que dirá comprar, ver os stands ou conhecer alguém. Consegui entrar na feira umas duas horas e às três já estava de volta no hotel porque não estava dando para permanecer ali dentro. Bienal do Livro de SP foi uma grande piada. Mal organizada, lotada, sem estrutura para um evento desse porte. Péssimo, tudo péssimo. 
Apesar de tudo, minha viagem para SP foi demais! Fiquei em um hotel na rua Augusta que não era tão caro e era perto da Bienal, do aeroporto de Congonhas e de um shopping que visitamos, o JK. Descansamos no hotel o dia inteiro e à noite pedimos uma pizza pela internet que chegou no hotel (estou de cara com isso até agora) e no dia seguinte visitamos o tal shopping que é o melhor que já fui na minha vida inteira (e olha que eu moro no RJ o que menos falta é shopping). Sério, gente, o que é o JK? E a livraria de lá? Meu Deus! Valia mais a pena ter ido lá do que perdido meu tempo naquela Bienal! Livraria mais perfeita que eu já pisei, enorme, linda, completa, com um café, lugares super gostosos para ler e... Bom, não sai de mãos vazias. 

 A viagem em si foi muito divertida, por mais que a Bienal tenha sido um desastre. Tenho sentimentos bem conflituosos sobre a capital paulista, mas que as coisas por lá tem mais infraestrutura, sem dúvidas.

sábado, 9 de novembro de 2013

Família Herondale

Olá, leitores! 
Hoje vamos falar sobre Will e Jace, personagens marcantes protagonistas das séries "As peças infernais" e "Os instrumentos mortais", respectivamente.
Tanto Will quanto Jace possuem personalidades fortes (sendo Will um pouco mais ácido que o dito cujo) e cada um deles criaram muralhas em torno de seus corações para não deixar ninguém os feri-los. Conheço pessoas assim. Que usam ou a agressividade ou o senso de humor ou o sarcasmo e, na maioria das vezes, aquele jeito de "eu não me importo com nada" como uma máscara para esconder quem eles realmente são, dar a impressão de que são fortes e indestrutíveis. 
No caso deles dois, Tessa e Clary são pessoas que os desarmam. Nenhuma muralha é forte o suficiente para bloquear o poder do amor, mas eles partem seus corações, partem os corações de quem eles amam, para elas manterem distância, para, numa tentativa fracassada, ver quem eles "realmente são". 
Will e Jace não são personagens maus. Muito pelo contrário, tem um coração enorme, mas denigrem sua imagem para manterem distância, para os temerem. 
Geralmente, as pessoas mais fortes são aquelas mais vulneráveis que conseguiram envolver seus corações com um escudo protetor. Mas todos nós temos pontos fracos, ficamos magoados, sentimos medo, pode negar, não importa quanta auto-estima tiver. Alguns colam adesivos com o selo "frágil" na testa outros apontam todas as armas que possuem para não serem atacados, não importa, é feliz do jeito que é? Ótimo! 


domingo, 27 de janeiro de 2013

A saudade é o sentimento mais voraz de um ser.

Olá, leitores!
Hoje estou aqui para comentar sobre uma série de livros que tive o prazer de conhecer em 2012, "Jogos Vorazes".
Não faz muito tempo que, no Twitter, comecei a escutar comentários sobre uma distopia que fazia sucesso no mundo. Na época, confesso, mal sabia o que era distopia! Pesquisei o livro e, por incrível que pareça, não gostei da história. Sangue, morte não era uma coisa legal de se ler. Fui ao cinema assistir ao filme. Recebi o livro de um book tour. Ganhei o box. Minha vida mudou. 


A trilogia crítica a influência que a televisão exerce sob a sociedade, afinal, como diz minha mãe, os Jogos Vorazes são como um Big Brother, a nação para pra assistir, acolhendo de maneira natural o que se passa na tela. Seja mortes ou cenas impróprias, intrigas ou exposição, tudo para agradar o público, um público que, na maioria das vezes, não tem nem pão, mas é oferecido o circo. E se não houvesse plateia? Viveríamos em um mundo melhor, onde a televisão não influenciaria na educação de nossos filhos e não perderíamos tanto tempo assistindo à uma coisa útil e sem propósito. Administraríamos melhor nosso tempo.   
É um livro sobre valores. Até onde você chegaria pra proteger as pessoas que ama? Katniss se arrisca a ir para arena no lugar da irmã, mesmo sabendo que poderia não retornar. É fácil para nós dizer "Faria a mesma coisa" sentados na frente da tela do computador na prática, colocaria seus amados na frente de si mesma?  
Com Finnick Odair, aprendi que há muita coisa por trás. Não podemos julgar pela aparência, muito menos pelo rótulo dado pela sociedade. Máscaras caem e, atrás dela, pode haver uma pessoa bem mais bonita, mesmo se tratando de Finnick Odair. 
Com Gale levei o ensinamento de que, fazer a nossa parte  faz diferença. Se não concordamos com algo, temos que expor nossa opinião e, se estamos certos, não há lei que diga não. 
Peeta, por incrível que pareça, mostrou que devemos ser gentis, honestos e amigáveis acima de tudo. Afinal, essa pode ser a melhor estratégia. 
Katniss me ensinou valores que vou levar de bagagem comigo. Nossa família é uma parte de nós e, mesmo que nos custe a vida, devemos sempre protege-la. Me auxiliou também a nunca confiar em estatísticas, números enganam assim como pessoas. 
Depois de ter lido os três livros, posso confessar que estou com saudades. Essa é uma ferida que nenhum livro vai fechar. Jogos Vorazes marcou uma fase boa na minha vida e sempre que voltar ao passado ele estará presente, me esperando para jogar novamente. 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Na Galeria: Anna e o beijo francês.

Olá, meus lindos!
Estou aqui hoje para comentar sobre o último livro que resenhei, Anna e o beijo francês. Juro que não ia escrever este post, mas algo na minha cabeça não sossegou até que eu estivesse aqui, agora, sentada na frente da tela do computador escrevendo a postagem. 
Acho que uma parte de mim se sentiu em dívida com o livro, com os personagens e por todas as sensações maravilhosas que o livro me proporcionou. 
Ainda mais o romance em especial. Pensei, pensei e cheguei a conclusão que na sociedade que  vivemos não existe St. Clair's. As pessoas são vazias. E se não é possível encontrar uma pessoa assim como ele, eu quero criar. Quero educar um futuro filho com a educação que Étienne teve, mesmo que ele não exista. Por que, mesmo imperfeito de diversas maneiras, é o cidadão ideal. 

“[…]A palavra casa não é um lugar, é uma pessoa.”

“Adoro me sentar ao lado dele na aula de física. Encostar nele durante as aulas de laboratório. Sua letra feia nas nossas folhas de trabalho. (…) Adoro sua risada de menino, suas camisetas amassadas e seu gorro de crochê. Adoro seus grandes olhos castanhos e o modo como ele morde as unhas, e gosto tanto do seu cabelo que eu poderia morrer."

Legal que esse não é meu livro predileto na vida, pois acho que há muitos outros que gosto muito e tenho certeza que deve existir outros melhores, porém o clima do livro é único. Li críticas que diziam que o livro é parado, mas achei que as coisas aconteceram na medida que a narrativa permitia e que a trama era como uma bola de neve. Que cada vez que as páginas eram passadas mais viciante se tornava, mais encantada eu ficava. Mas não recomendo ler à noite, especialmente durante um ano letivo. Pois como meu exemplo, quando cheguei ao clímax, não dormi até terminar o livro, o que me rendeu uma boa soneca durante o primeiro tempo no meu curso. Sim... Triste, mas valeu a pena! =)


“Há poucas coisas piores que alimentar sentimentos por alguém que você não deveria.”

“Mademoiselle Oliphant. É traduzido como ‘Ponto zero das estradas da França’. Em outras palavras, é o ponto no qual todas as outras distâncias da França são medidas. […] É o início de tudo.”

“Quanto mais você sabe quem você é e o que quer, menos você deixa que as coisas te chateiem.”

Espero que encerre logo este vazio que estou sentindo, o que é típico, logo após terminar um livro magnífico, que mudou sua vida. E tenho certeza que passará. Não sei se será brevemente ou durará bastante tempo, mas só sei que Anna e o beijo francês marcará esta fase de minha vida. E essa lembrança será eterna. Para me consolar, assim que terminei a leitura do livro, comecei a ler novamente, desde o início, tranquilamente, para ter certeza que o momento que bem entender, Paris, Anna, Étienne e toda a trama, estarão lá, a minha espera. 
Essa tirinha define bem o que estou sentindo: 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Homenagem: Harry Potter

Olá, galerinha! Olá, potterheads!
Hoje tenho aqui um post especial! Todos sabem que dia 12 foi dia das crianças, certo? Bem, pelo menos, espero que sim. Pois então, eu que, para matar curiosidade alheia, tenho 11 anos pedi meu presente. Adivinhem o que pedi? Ah, claro! O que qualquer fã de verdade pediria. A edição Harry Potter capa branca. Encomendei pelo Submarino e chegou alguns dia atrás. Estou pulando como uma criança que ganhou um brinquedo novo! Ei, eu sou uma criança que ganhou um "brinquedo" novo!
Enfim... Fiquei tão inspirada que decidi fazer uma postagem em homenagem a estes bruxinhos que me acompanharam até aqui. Que me fizeram sorrir e chorar diversas vezes. Que alegraram meus dias e noites. Que me fizeram crer que há um mundo ainda não explorado lá fora. Que me fizeram crer na magia da vida e me fizeram esperar até hoje minha carta para Hogwarts. 


Eles acompanharam minha infância. Fizeram-me ir, quando era bem jovem, ao cinema e me encantar com aquele universo paralelo repleto de magia, aventura e mistério que era tão próximo de nós. Fizeram-me chorar baldes no cinema quando os créditos do último filme subiram na tela. Aprendi com eles a acreditar que junto à pessoas que amamos vencemos a força do mal. Aprendi com Harry e Hermione que amizade entre meninos e meninas sem segundas intenções existe, sim. Com Luna Lovegood levei a lição de que não devemos levar a vida tão a sério, devemos ser gentil com as pessoas acima de tudo e manter a calma. Ah, e que ser diferente e lunático é bom às vezes. Sirius Black me fez enxergar que, se estamos certos, devemos fazer de tudo para provar isso, mesmo que contrarie o sistema. E Lord Voldmort é um exemplo de que devemos, todos, ter ganancia e correr atrás do que queremos, mas não podemos esquecer de nossa origem e valores, pois poder nenhum chega aos pés da amizade, carinho, amor... Essa galerinha me mostrou que sem empenho, determinação e coragem, não vamos algum, estaremos vivendo sempre a margem de nós mesmos. 
Estou chorando escrevendo este texto. Lembrando de cada noite lendo cada página dos livros. Vendo cada cena dos filmes. E hoje vejo que Harry Potter acompanhou minha geração. E nunca podemos deixar que ele se perca no tempo. Pois ficará na história, para eternidade, para sempre.  
E eu ainda espero o dia que irei pôr o Chapéu Seletor sob minha cabeça e ele gritará: CORVINAL!